sexta-feira, 16 de setembro de 2011
A EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA E O FUTURO.
Comentários feito por Helio Queiroz no blog:
É fundamental ressaltar que a educação distância (EaD) também vem avançando nos quesitos metodológicos que permitem a relação ensino/aprendizagem alcançar o resultado esperado, onde o desenvolvimento do aluno como cidadão e profissional competente precisa ser premissa marcante. Um ponto estratégico para alcançar os objetivos da EaD é o processo de avaliação de aprendizagem que demanda atenção e coerência.
Gostaria de parabenizar a equipe do blog pela iniciativa de disponibilizar vários e-books grátis, contribuindo para estudiosos iniciantes e professores da área de Educação a Distância e áreas convencionais.
Segue abaixo alguns dos e-books disponíveis no blog:
· OS SETE SABERES NECESSÁRIOS À EDUCAÇÃO DO FUTURO – EDGAR MORIN
· RELATÓRIO ANALÍTICO DA APRENDIZAGEM A DISTÂNCIA NO BRASIL – CENSO EAD 2009
· REDES E COMUNIDADES ENSINO-APRENDIZAGEM PELA INTERNETA EDUCAÇÃO E AS TECNOLOGIAS DIGITAIS
Uma das ferramentas disponíveis para desenvolver a educação a distância é o e learning que tem contribuído de maneira decisiva para o sucesso no processo de capacitação e atualização dos profissionais do mercado de trabalho. Conforme relato publicado no blog www.educacaoadistancia.blog.br é de grande relevância avaliar o comentário que diz que “em um cenário que se aproxima do pleno emprego e da alta competição entre empresas na disputa por profissionais qualificados, oferecer formação constante é uma das ferramentas essenciais para a qualificação e retenção dos talentos. O uso do e-learning está, portanto, entre as soluções mais práticas, econômicas e eficientes para desenvolver com sucesso a educação corporativa”.
“Um dos fatores que contribui para o avanço do ensino a distância e ajuda a sociedade a confiar cada vez mais na modalidade é o fato das escolas tradicionais já ofertarem esse tipo de curso. Universidades federais e privadas, como a FGV (Fundação Getulio Vargas) e a PUC, por exemplo, já aderiram ao EAD”.
“Um dos fatores que contribui para o avanço do ensino a distância e ajuda a sociedade a confiar cada vez mais na modalidade é o fato das escolas tradicionais já ofertarem esse tipo de curso. Universidades federais e privadas, como a FGV (Fundação Getulio Vargas) e a PUC, por exemplo, já aderiram ao EAD”.
sexta-feira, 2 de setembro de 2011
EAD E O PROCESSO DE APRENDIZAGEM
Analisando o Blog postado no endereço: http://ead.faccat.br, fantástica a forma como foi abordado o tema referente a educação à distância e a própria internet, destacando que as pessoas e a metodologia adotada por elas fazem toda a diferença na relação de aprendizagem ou no desenvolvimento de qualquer atividade de comunicação via rede.
Vale ressaltar novamente a observação referente a facilitação e divulgação do conhecimento científico como base para crescimento e desenvolvimento de um pais, onde os direitos autorais devem ser repensados.
A matéria abaixo foi publicada no dia 29 de agosto de 2011 no endereço:
http://ead.faccat.br/portal/blog/para-levy-ambiente-comunicacional-e-educacao-para-a-tecnologia-sao-trunfos-para-construcao-coletiva-na-web//portal/blog/para-levy-ambiente-comunicacional-e-educacao-para-a-tecnologia-sao-trunfos-para-construcao-coletiva-na-web/
Um dos mais importantes pensadores da atualidade, Pierre Lévy, em entrevista coletiva realizada na USP dias atrás expôs sua opinião sobre alguns temas recorrentes e relevantes na cultura digital.
FERRAMENTAS QUE POTENCIALIZAM A CONSTRUÇÃO COLETIVA NA WEB
“Não é o gadget que eu uso que é importante. Não é o celular, o tablet ou o computador que vai determinar o que eu posso construir, mas sim outros aspectos, muito mais amplos, e que formam um ambiente de comunicação favorável a isso. O primeiro aspecto é a computação ubíqua, que significa poder estar conectado a todo o momento à world wide web (www) e poder se comunicar com qualquer pessoa. O segundo aspecto é a capacidade para reportar a informação a um custo baixo, e hoje temos uma capacidade quase ilimitada, a um custo relativamente baixo, e o terceiro aspecto é a potência computacional, que é a capacidade de o computador fazer associações automáticas por números e símbolos, potencializando o processo da comunicação. Se você tem essa base técnica, você realmente tem um ambiente forte de comunicação que permite desenvolver a inteligência coletiva. É muito mais sobre capacidade, e menos sobre ferramentas, pois se você vai desenvolver algo com alguém, depende muito mais da capacidade técnica e pessoal.”
IMPACTO DOS AMBIENTES COLABORATIVOS, COMO A WIKIPEDIA, NA EDUCAÇÃO
“Primeiro é preciso delimitar de que educação falamos. Primária, secundária, superior? Na educação primária, eu acredito que o relacionamento das crianças com números e palavras pode ser fortalecido quando elas podem manipular estes elementos em telas, seja em computadores, tablets, enfim. E melhor se essa dinâmica for realmente interativa. Mas é uma ideia muito equivocada pensar que as tecnologias ou os ambientes digitais, por si só, impactam a educação. Você usa as tecnologias em um caminho traçado, em uma estratégia pedagógica, e isso é o mais importante. O impacto não é automático, não é universal. Se falamos de ambientes colaborativos, tudo depende da forma como o educador vai usá-los. A intenção pedagógica é o que, de fato, vai definir o impacto do uso da tecnologia.”
GAP EDUCACIONAL E DIGITAL NOS PAÍSES EM DESENVOLVIMENTO
”No final do século passado, tínhamos algo em torno de 3 a 5% da população mundial conectada. Hoje esse número gira em torno de 30%. Saímos de 3% para 30% em pouco mais de dez anos, e isso é extraordinariamente rápido, certo? Não temos, na história, uma forma de comunicação que tenha se expandido tão rapidamente. Então isso é algo que devemos ter nas nossas mentes, primeiramente. Depois, não adianta pensar que vamos, em três anos, chegar aos 80% da população conectada. Isso é impossível. Precisamos de mais uma, duas ou três gerações para isso. Mas podemos prever que, no meio deste século, teremos mais da metade da população com acesso à web, isso também é fantástico. Então agora, outro ponto: eu sei que estamos numa sociedade em que as pessoas querem tudo imediatamente, mas no mundo real não é assim, e mesmo que fosse, mesmo que tivéssemos hoje internet para todos, se ainda há pessoas que não sabem ler e escrever, elas estariam ainda excluídas. Um dos pontos mais importantes para se falar em benefícios da comunicação é a educação. Todos falam em ‘tecnologia para a educação, tecnologia para a educação’, mas, na verdade, o que precisa estar em foco é a educação para a tecnologia. Este, sim, é um gap bem mais difícil de ser resolvido. É bem mais caro educar, e educar para o mundo digital, do que oferecer internet para todos.
PROPRIEDADE INTELECTUAL
Na cultura digital, a propriedade intelectual é um assunto muito interessante e uma complexa questão. Quando falamos de pessoas que escrevem livros de narrativa e vivem daquela atividade, é possível entender o lado delas. Não se pode querer que elas digam: ‘Ah, ok, não faço questão dos meus direitos autorais sobre a obra”. Mas, por outro lado, é muito contraprodutivo ter que pagar por materiais educacionais. Eu não sei a resposta correta para esta questão [propriedade intelectual na cultura digital], mas o que posso dizer, como membro da comunidade acadêmica, é que a minha posição é que cada livro ou artigo acadêmico deveria ser uma publicação gratuita na internet. Considero um complexo paradoxo livros científicos que custam muito caro. Penso que estamos em um momento de transição nessa questão, e que diferentes normas vão sendo encontradas. Talvez sejam diferentes, dependendo do setor da sociedade, mas o que defendo é que o conhecimento científico deve ser facilitado.
via Instituto Claro.
http://ead.faccat.br/portal/blog/ensino-a-distancia-contorna-falta-de-tempo-e-agrega-na-carreira-profissional/
ENSINO A DISTÂNCIA CONTORNA FALTA DE TEMPO E AGREGA NA CARREIRA PROFISSIONAL
Cursos internacionais
Um dos fatores que contribui para o avanço do ensino a distância e ajuda a sociedade a confiar cada vez mais na modalidade é o fato das escolas tradicionais já ofertarem esse tipo de curso. Universidades federais e privadas, como a FGV (Fundação Getulio Vargas) e a PUC, por exemplo, já aderiram ao EAD.
Consuelo ainda vai mais longe. Além de grandes centros de ensino no Brasil, os interessados podem, sem sair de casa, realizar cursos em universidades renomadas no mundo todo. MIT (Massachusetts Institute of Technology), Harvard, universidades na Espanha, França, Inglaterra, entre outras, também oferecem esse tipo de curso.
Nos cursos internacionais, o interessado deverá passar por um processo seletivo, que usualmente avalia o nível de proficiência na língua que o curso será ministrado, normalmente o inglês, e análise do currículo. Ainda, será preciso realizar, ao longo do curso, cerca de duas viagens para concluir os estudos, isso nos casos de graduação e pós-graduação; os cursos livres já não são tão exigentes. No Brasil, as exigências são parecidas.
A visão das empresas
Caso tenha realizado um curso a distância e esteja se perguntando se deve ou não colocar essa informação no currículo, de acordo com o gerente de relacionamento da FocoTalentos, Gustavo Nascimento, a sugestão é que adicione, sim, essa informação. “É importante que o candidato já inicie sua relação com o empregador da forma mais clara e transparente possível. As empresas não fazem diferenciação entre aqueles que realizaram cursos a distância ou presenciais”, pondera Nascimento.
De fato, quando o curso que se pretende fazer é uma graduação, pode ser mais interessante optar pela modalidade presencial, devido a outros motivos que vão além do simples aprendizado. No entanto, com relação aos cursos de extensão, especialização e pós-graduação, que são foco do público mais experiente e maduro, optar pela modalidade a distância é favorável.
Nascimento ainda observa que, no máximo, o candidato será questionado, durante o processo seletivo, sobre as razões que o levaram a optar pelos cursos não presenciais. Frisar seu interesse em desenvolver sua carreira e aumentar seus conhecimentos é sempre recomendado.
Principais cuidados
Quando o profissional entende os benefícios e decide ingressar em um dos diversos cursos a distância é importante prestar atenção em alguns fatores. Em primeiro lugar, em casos de cursos de graduação e pós-graduação (Lato Sensu), é importante verificar junto ao MEC se o curso está autorizado. A pesquisa é simples e pode ser feita no próprio site do ministério.
Nenhum curso a distância, reconhecido pelo MEC, é 100% não presencial. Será preciso que o aluno se desloque, em determinados momentos do curso, até a instituição de ensino, seja para realizar provas ou apenas para se reunir com o professor e com o grupo. O MEC também exige que, para uma escola oferecer um curso a distância, ela deve obrigatoriamente já ofertar esse mesmo curso na modalidade presencial.
Outra recomendação antes de se matricular é optar por escolas renomadas, que possuem certa tradição no mercado. Caso o interessado fique na dúvida quanto à real integridade do curso, a sugestão é entrar em contato com pessoas que já finalizaram o curso em questão. Também é interessante se certificar que existe uma proposta de interatividade, ou seja, se o aluno poderá conversar com o professor, tirar dúvidas e entrar em contato com o grupo.
Para não perder tempo e garantir que o dinheiro será bem investido, esqueça a lógica de que cursos a distância devem ser de baixíssimo custo. Manter professores, estruturar projetos pedagógicos eficientes e úteis, que realmente vão ajudar no desenvolvimento da sua carreira, não é uma tarefa barata. Apesar de não haver todo o aparato físico, como no caso dos cursos presenciais, um ensino a distância eficiente requer muitas ferramentas que não são baratas, a exemplo de softwares e o demais aparatos tecnológicos. Portanto, é preciso ter cuidado com cursos muito baratos.
Educação a distância corporativa
Os profissionais estão observando que as empresas já vêm investindo cada vez mais no sentido de oferecer cursos a distância aos seus colaboradores. Um caso que é possível citar como exemplo é o da Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores), conforme comenta a gerente de projetos especiais da Dtcom, empresa focada em educação e comunicação corporativa, Luciana Precaro.
Visando aumentar a comunicação entre os colaboradores, reduzir custos com viagens e aumentar o número de programas de treinamento e desenvolvimento alinhado às estratégias empresariais, a Fenabrave adquiriu programas via satélite oferecidos pela Dtcom. “Com os cursos a distância é possível fazer com que todos os colaboradores possam ter contato com as práticas dos melhores profissionais’, comenta Luciana.
Luciana ainda ressalta que as avaliações mostraram que os profissionais se mostram motivados quando assunto é treinamento a distância, pois percebem que está sendo feito um investimento para o desenvolvimento de suas carreiras.
Fonte: InfoMoney
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